O Rapaz dos Versos

Por João Ramalheira

João Ramalheira

A palavra como cura e resiliência

Chamo-me João Ramalheira. Se o papel diz que nasci em São João da Madeira, o meu coração pertence inteiramente a Vagos, a terra que me viu crescer e que hoje me serve de abrigo. A minha ligação à escrita não nasceu de um mero exercício académico, mas sim de uma necessidade profunda de sobrevivência interior. Foi ao enfrentar as desilusões da vida, a ansiedade e a depressão que descobri no papel o único lugar onde o caos se transformava em ordem e a dor em beleza.

A minha poesia vive de três pilares essenciais: a intensidade com que sinto o mundo, a verdade crua dos sentimentos e a eterna busca pelo amor, mesmo quando este se transfigura em ausência ou saudade. Sob a influência de vozes que me moldaram o olhar — como a melancolia de Fernando Pessoa, a paixão indomável de Bocage, a limpidez de Eugénio de Andrade e a genialidade de Drummond, Machado de Assis ou Augusto de Campos —, procuro a minha própria voz em cada verso.

Este espaço é o reflexo dessa jornada de superação. Escrevo para me entender, mas escrevo, acima de tudo, para que quem leia saiba que nunca está sozinho nas suas próprias sombras. Bem-vindo ao mundo de O Rapaz dos Versos.


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